TRABALHADORES DA CULTURA: Entrevista com Tchello d´Barros


"Face Oculta"Autorretrato c/ letras, desenhado à mão e finalizado em computação gráfica 

Arte para o Dia Mundial do Artista Plástico com exposição Convergências ao fundo,
por Tchello d´Barros 


O Instituto Imersão Latina vai publicar neste mês de maio uma série de entrevistas com trabalhadores da cultura que integram o Instituto Imersão Latina ou já realizaram projetos em parceria. Começaremos neste dia 8 de maio, dia do artista plástico com Tchello d'Barros, que estará expondo Convergências, na Galeria da Biblioteca Estadual de Minas Gerais, no conjunto cultural da Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, Minas Gerais no próximo mês  de junho, com produção do Instituto Imersão Latina e curadoria da jornalista e produtora cultural Brenda Marques Pena, que é também quem realiza esta entrevista e vocês certamente saberão em breve mais informações no imersaolatina.com. A proposta é fazer uma mesa de poesia visual contemporânea durante a abertura da exposição.

 Ensaio com poema visual "Há uma alma" com projeção em mapping para o espetáculo multilinguagens "Memórias de Fogo". Na peça são feitas projeções de poemas visuais da série "Convergências", no palco e nos corpos do elenco. (clic by Dan Meneses).

O artista multimídia Tchello d´Barros dedica-se desde 1993 às linguagens das Artes Visuais, Literatura e Cinema. Nasceu na pequena Brunópolis (SC), residiu em 15 cidades no Brasil, tendo produzido sua obra em Blumenau (onde iniciou a carreira), Maceió, Belém e Rio de Janeiro, onde vive, após ter percorrido 20 países em constantes atividades culturais. Eventualmente ministra oficinas e palestras, participando também de mesas-redondas, júris, editorias, curadorias, saraus e diversas atividades culturais no Brasil e exterior. Após participar de cerca de 150 exposições e ter trabalhos publicados em mais de 50 livros, têm se dedicado a popularizar a Poesia Visual, itinerando com a mostra “Convergências”, que apresenta algumas das obras do autor que vem sendo usadas como referência em livros didáticos de distribuição nacional. Em entrevista por e-mail à jornalista Brenda Marques Pena falou, do Instituto Imersão Latina (IMEL) fala sobre suas itinerâncias e experimentações no campo das artes.
 Peregrinação em Machu Picchu, no Peru. 
ITINERÂNCIAS 

Por quais lugares você passou e viveu e como isto contribuiu para o seu fazer artístico?

Tenho estado neste mundo numa condição meio cigana, giramundo, desarraigado em deambulações por tantos lugares que já não tenho mais aquela sensação de pertencimento que muita gente tem em relação ao lugar onde nasceu ou onde vive. Nasci num pequeno distrito de imigrantes, chamado Palmares,  que pertence ao município de Brunópolis, encravado na nevada serra catarinense. Vivi em algumas cidades do Sul na infância e adolescência, mas saí de casa quando tive que prestar o serviço militar. Então morei na germânica Blumenau, onde iniciei a carreira artística, depois vivi por alguns anos no fabuloso Nordeste, sediado em Maceió, isso antes de migrar para a mítica Amazônia, onde vivi alguns dos melhores anos de minha vida, sediado em Belém, para depois rumar para o Rio de Janeiro, onde estou atualmente radicado. Mesmo a partir destes lugares, nunca deixei de meter o pé na estrada. Estive em todas as capitais brasileiras, realizei périplos pelos países de nossa transcendente América do Sul e já saudei as estrelas sob a abóbada celeste de vários países na atávica. Mais que estar nesses lugares, é o mergulho em seu caldo cultural e o que fica dessas imersões é o que talvez entre em confluência com nosso ser e possa assim resultar em alguma contribuição em nosso fazer artístico. Talvez oportunamente eu acesse essa entrevista em Borobodur ou Madagascar. Muitas vezes, é apenas questão de desatar a linha do horizonte... Ter nascido sob o arquétipo do Viajante resulta nessa lida com bússulas, mapas e GPSs, que faz com que atravessamos continentes, para muitas vezes encontrarmos nosso eu interior.

CIRCULAÇÃO 

Expondo com Yoko Onu na mostra Scriveri Liberi, em L'Aquila - Roma,
na retrospectiva mundial de Poesia Experimental.  

Por quais cidades, estados e países seus trabalhos artísticos já circularam? 

Gosto de citar, sempre imbuído de muito afeto, os lugares onde minhas criações nascem, sejam as obras mais textuais ou mesmo as de fatura mais imagética. Meu pequeno coraçãozinho tupiniquim é repartido nesses quatro quadrantes que se chamam Blumenau, Maceió, Belém e Rio de Janeiro, cidades que me abrigaram. Mas minha obra, como o autor, tem essa coisa de sair pelo mundo afora. Já fiz atividades culturais, todas as unidades da federação. Não entra nessa conta ter sobrevoado de balão um trecho da selva amazônica p/ fotografar os geoglifos acreanos ou as cavalgadas na fronteira do Uruguay, nem as filmagens no Estreito de Óbidos ou os desenhos realizados nos cânyons do Rio São Francisco. Talvez possamos mencionar a palestra sobre poesia visual que ministrei na antiga igreja da Barroquinha em Salvador, que agora restaurada funciona como espaço cultural, ou a projeção de minhas mandalas na Bienal Internacional de Artes, em Curitiba. Assim, estou com Guimarães Rosa quando nos ensinava que “o real não é a saída nem a chegada, mas ele se dispõe para a gente é no meio da travessia.” Então é importante que nossa obra possa atravessar fronteiras, idiomas e barreiras semióticas. Talvez nãos seja por outro motivo que minhas criações vem sendo expostas e publicadas em países como Argentina, Portugal, França, Itália, Espanha, Hungria, Sérvia, Holanda, Canadá e EUA, por enquanto. 

EXPERIMENTAÇÕES 

Projeção dos Ideogramas Ocidentais na peça Memórias de Fogo. 

Você é um poeta e artista visual, como são as experimentações suas nesse campo? 

As experimentações são vulcânicas, tsunâmicas e cataclísmicas, pra ser suave... E tudo isso em instâncias que a gente não sabe bem se é na alma, no espírito, na mente ou na tonga da mironga do cabuletê. E esse caos criativo é o cotidiano de quem tem que ajustar o dial dos insights ora no hemisfério mais palavrório, ora no hemisfério mais figurativo, ora apontar a bússula da verve criativa para o lado esquerdo do coração, ora para o lado direito, onde emoção e racionalidade fazem uma disputa acirrada, pra ver quem ganha. É por isso que tem dia que nasce um poema, noutro surge um desenho, vez por outra (in)surge uma performance e em circunstâncias mais lúdicas estou metido até a medula em produções cinematográficas. Ser um artista multifacetado tem seu preço também. No meu caso, nunca aconteceu, por exemplo, de acordar com vontade de ser gravurista e me meter a fazer gravuras. Sempre investi em formação, vou lá e faço um curso de gravuras então. Além dos estudos acadêmicos, fiz mais de uma centena de cursos, workshops e oficinas, para conhecer as teorias e dominar as técnicas para que a obra possa vir a lume como uma contribuição digna para o campo em que faz parte. É que no fundo, bem lá no fundilho, minhas criações são minha conexão com meus semelhantes. 


CONVERGÊNCIAS 
Poema visual integrante da exposição itinerante Convergências 

A série de poemas visuais Convergências reúne várias obras suas. É onde converge toda a sua produção como uma exposição aberta sempre a novos trabalhos que você vai criando? Ela se pretende um processo contínuo seu para circular sempre em novos espaços? 

Convergências é um caso sério em minha vida: os primeiros poemas visuais surgiram com caneta Bic sobre guardanapos, extensão de uma mania que tinha em escrever haicais. Isso foi tomando corpo, desde que fiz o primeiro lá por 1993, “Preconceito”, e hoje a coleção construída já conta com 120 imagens. Isso foi se tornando um sistema multimidiático, veiculado em exposições, coletivas e individuais, publicações em diversas mídias impressas e visuais, projeção em eventos, livro, vídeos, veiculação na web em sites, blogs, redes sociais, curadorias, ensaios críticos, palestras, oficinas, cursos, mesas-redondas, sem falar na diversidade de suportes e até produtos que surgiram, como coleções de moda, por exemplo. Mas o que me orgulha um bocadinho é a contribuição que meu trabalho deu para a disseminação da assim chamada Poesia Visual em nosso país, sendo as imagens publicadas em mais de 10 livros didáticos. Hoje tem Poesia Visual em muitas escolas, sim senhor! Considero um direito dos estudantes conhecer todas as vertentes da poesia. Mas para não alongar em listas enfadonhas sobre tais peripécias, concluo mencionando que minha exposição individual, retrospectiva e itinerante intitulada “Convergências”, na qual sempre adiciono as novas criações, por enquanto já passou por João Pessoa, Maceió, Porto Alegre, Belém, Blumenau, Rio de Janeiro, Vitória, Belo Horizonte, Salvador e Brasília, por diferentes espaços.

MESAS DE POESIA CONTEMPORÂNEA

Mesa-redonda sobre Poesia Visual Contemporânea.
Você organiza mesas-redondas, como se dá o processo de escolha do tema e dos pesquisadores, professores e poetas que participam delas? Há registros dessas mesas ou um projeto de criar alguma publicação ou disponibilizar por algum meio o que é discutido nessas mesas para que seja utilizado como material de pesquisa?

Não é novidade para ninguém o quanto nosso país “em desenvolvimento” é atrasado nas questões de educação e cultura, em especial no que tange vertentes como Poesia Experimental, Poesia Sonora e Poesia Visual. Nessa aridez de atividades, publicações, exposições, editais, políticas públicas e produção acadêmica, minha minúscula contribuição tem sido aproximar pessoas afins na intenção de adensar este campo, tão rico, com discussões sobre autores, obras, teorias, ações e possibilidades de integração com este meio no exterior. Para as mesas-redondas, são convidados autores de poemas visuais da cidade onde se dá o evento, simples assim. Mas para apimentar as discussões, sempre são chamados também editores, jornalistas culturais, professores universitários, pesquisadores, produtores culturais e gestores de instituições artísticas. O tema é aberto para abordagens livres que os participantes queiram fazer. Já juntamos um bocado de textos destas pessoas, mas quando esse processo completar 10 anos em 2023, devo veicular essa massa crítica num e-book trilíngue. Estes campos híbridos são pouco desenvolvidos em nosso país, essas ações sem patrocínio, contam apenas com a boa vontade dos participantes, cujo combustível não é outra coisa senão a mais genuína paixão pela arte.

ENCONTROS LITERÁRIOS 

Congresso Brasileiro de Poesia, em Bento Gonçalves (RS).
Conte sua experiência de encontros em que participou pelo Brasil, qual a importância deles para seu fazer poético? 

Bem, para a além dos encontros literários no exterior, algo a ser celebrado em nosso país é essa possibilidade de estarmos por vezes onde a Literatura se adensa em encontros, congressos, feiras do livro e afins. Numa nação onde os projetos de poder sempre fizeram de tudo para manter nossa população emburrecida, portanto mais fácil de manipular, é incrível que haja essas pessoas somando esforços para evoluir nossa Literatura, para que o livro seja a arma mais efetiva na educação de nosso povo. Esses encontros são as melhores possibilidades que temos de conversar com os escritores, de todos os naipes, e trocar experiências, conhecer outros estilos, escolas literários, tendências na poesia e na prosa, sotaques e modos de ver a vida pela lente das letras. No início ia apenas como plateia para comprar livros, até que numa edição da Bienal de São Paulo lá estava eu autografando um dos meus livros, o “Letramorfose”. Então passei a fazer o mesmo na Bienal do Rio e aos poucos comecei não apenas a autografar, mas também levar palestras, saraus, oficinas e exposições em encontros Brasil afora. Lembro até que criei em SC o Fórum Brasileiro de Literatura, que durou algumas edições, mas como sabemos, não há nada que a politicanalhagem não destrua na esfera cultural. Entre tantos, destaco aqui, pela qualidade da experiência literária que é proporcionada aos visitantes, alguns exemplos fora do eixo, a saber: o Congresso Brasileiro de Poesia, em Bento Gonçalves, a Feira Pan-Amazônica do Livro, em Belém, a Bienal Internacional do Livro, em Maceió e o I-Poema, que acontece em Belo Horizonte e outras cidades mineiras. A gente se encontra por aí...

I-POEM@ - II Encontro Internacional da Escritura Migrante 

 I-Poem@ - Curadoria internacional de Arte Postal em Itabira (MG). 

Conte um pouco da experiência de contribuir na organização, concepção e curadoria deste encontro que ocorreu em Minas Gerais em 2018, como continuidade de um processo que começou no Uruguai e irá para outros países da América Latina? 

Somos seres em transe, em trânsito, em conexão com outros povos, numa interação cultural cada vez mais pulsante em nosso vertiginoso continente. Tais fluxos também tem suas implicações na geopolítica local/global e seus desdobramentos socioeconômicos, daí a relevância em contribuir para processos como esse. Antes de mais nada destaco ser um projeto independente e constituído por autoras e autores interessados na integração entre nossos tecidos sociais e artísticos. Nesse processo de alteridades e intercâmbios, foi um privilégio para mim, a convite do Instituto Imersão Latina, somar na organização da edição de 2018, que aconteceu em nosso país. Entre as diversas atividades, que contaram com saraus, performances e o lançamento da antologia Nós da Poesia – Vol. VI, talvez não seja demais mencionar a curadoria que fiz da exposição internacional de Arte Postal “No Meio do Caminho”, onde cerca de 100 artistas de 22 países enviaram trabalhos interpretando o consagrado poema de Drummond. Foram muitas vozes em uníssono conjugando os verbos e verves da poesia em solo brasileiro. Ponto para Minas Gerais, esse Estado tão associado à história da literatura brasileira, que mais uma vez saiu na frente. Conexões literárias como essa talvez sejam também formas de rompermos fronteiras, ainda que simbólicas. São elos que se fortalecem pela via da escrita, pela migração de saberes, pela energia dos abraços e laços culturais. 

COLETIVOS  
Projetando mandalas em muro de Belém
em ação do Coletivo Corredor da Amazônia.

De quais coletivos você participa? Conte um pouco de como é sua integração com o Visual Poetry Museum. 

“O homem é um animal social”, diz a frase atribuída ao velho Aristóteles. Prefiro pensar com o poeta John Donne que “nenhum homem é uma ilha”, assim, somos gregários por natureza e nestes tempos digitais em que vivemos os coletivos – fenômeno recente com este nome – são uma forma de afirmação de identidades culturais e de ocupação simbólica e física em diversas instâncias. Impossível mencionar aqui todas as trupes, maltas e bandos que já participei, mas ao menos nesse momento estou lembrando dos que participei no início da carreira. Lembro que presidi a Sociedade Escritores de Blumenau – SEB, mas cometi também algumas interatividades participando de grupos como: Núcleo de Teatro e Escola - NuTE; Grupo Clic – Declamadores de Poesia; Câmara Junior de Blumenau - JCI; Ass. Artistas Plásticos de Blumenau – BLUAP e até do Entre Tantos Grupo de Ações Poéticas. Em Alagoas, quando morei em Maceió, me deixaram participar do APL Cultura de Jaragua; Colegiado Setorial de Literatura (Minc/DF); Colegiado Setorial de Artes Visuais; Ciclo Alagoas de Artes Visuais; Poetas Del Mundo e também do Fórum de Artes Visuais de Alagoas. Já no período que vivi em Belém, os paraenses, acolhedores como ninguém, me permitiram participar do Corredor da Amazônia; Associação Cultural Parafuseta; ABDeC – Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-Metragistas; Núcleo de Produção de Audiovisual do Pará – NuPA, sem falar das atividades do intrépido Instituto Cultural Extremo Norte e da incrível Cia. Cosmopolita de Teatro. Agora, por incrível que pareça, essa condição gregária, no período que tenho vivido numa cidade cosmopolita como o Rio de Janeiro, começo citando os saraus em que sou mais frequente, como o "Um Brinde à Poesia", "O Pólem" e o "Terça ConVerso", para então mencionar o coletivo Alfarrábios, Crônicas Cariocas; 3 X 4 Produções Audiovisuais; Laboratório de Fotografia e Pensamento da UFRJ; Cineclube Pirata; Cineclube Barravento; Academia Sup. Brasileira de Artes do RJ ASBAERJ e por último mas não menos importante a Associação Internacional de Poetas da Sulmatogrossense, de Campo Grande. Há muitos outros em que sou um parceiro irregular ou distante, como o Movimiento Cultural Sur, em Rio Grande do Sul e o Instituto Imersão Latina, em Minas Gerais. Essas pessoas e instituições escrevem a palavra saudade em meu coração. Sigamos, conectados! Já o Visual Poetry Museum, é um espaço que criei na Web para que poetas visuais do mundo todo possam publicar seus poemas visuais, mas também é um campo para pessoas que apreciam essa modalidade e ainda um espaço muito rico para pesquisadores. Começou pequeno mas já somos uma comunidade de mais de 700 pessoas de todos os continentes. 

Audiovisual como uma das mídias para difusão da Arte. 
DIFUSÃO

Um dos desafios da contemporaneidade está em tornar um trabalho conhecido, quais as ferramentas e estratégias que utiliza? 

Nunca houve tanta possibilidade de difusão como na atualidade. Hoje podemos propagar uma obra de qualquer linguagem artística com a velocidade da luz, no caso o lume cibernético dos fótons digitais. Mas e daí? Daí que aprendi com Marina Abramovic que o mais importante é que a pessoa artista crie uma marca forte. Parece-me que antecede essa questão da disseminação e do acesso a obra de arte, o quesito da qualidade, seja conceitual, seja formal e não estou muito certo se isto se aplica a todas as pessoas que atualmente se autodenominam poetas, artistas etc. Talvez este desafio esteja muito mais nas mãos do consumidor de arte, em selecionar conteúdos artísticos que lhes são afins. Mais importante que dar visibilidade, que publicizar, é fazer com que tais conteúdos causem emoções estéticas nas pessoas, que evoquem estesias, enlevos e alumbramentos. A era digital não muda o axioma do Bituca, quando nos avisa que “todo artista tem de ir onde o povo está”, a questão é que o povo não está mais na praça nem nos bailes da vida, mas estão em casa, conectados até a medula em seus smartphones, laptops e TVs de plasma. Cabe ao artista contemporâneo fazer chegar sua mensagem, sua obra a estes seres, competindo com toda a avassaladora indústria cultural de massa, proveniente principalmente de países hegemônicos e que promovem a chamada alienação e colonização mental. Eis o desafio mais contundente! Mas quem disse que não aceitamos desafios? Seguimos em frente proliferando nossas criações artísticas, reflexos de nosso imaginário, que conferem identidade a nossos grupos sociais, usando todas as plataformas e novos meios de comunicação. E, tanto isso é verdade que, por causa disso tudo, há quem tenha chegado ao final dessa entrevista. Prova de que estamos conectados! Sigamos no fluxo, nestes dias em que ainda estamos aqui...
 Poema Visual "Fora da Caixa", de Tchello d´Barros

Comentários

  1. Foi um privilégio participar desta entrevista. Muito obrigado!

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  2. Tchello Barros, apesar de ser o artista único que é. Ele não perdeu o real sentido da educação, tem a humildade dos sábios, sendo esse manancial de conhecimento. Artista que investe profundamente na formação técnica de sua obra. Elas transcendem essa técnica, abraçando multidões através dos seus multi dons. Privilégio conhecer o mestre Tchello de Barros

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