terça-feira, 2 de maio de 2017

Residencia Imersão Latina 2 – un Laboratório de latinidades musicales abre convocatória hasta 14 de mayo


Está abierta la convocatoria para Residência Imersão Latina #2 – Laboratorio de Latinidades Musicales. Pueden participar artistas musicales de todos los géneros, que sean naturales y residentes en Argentina, Chile, Colombia, Costa Rica, Cuba, México, Panamá, Paraguay, Perú o Uruguay. 

Inscripciónes hasta 14 de mayo. https://embaixadacultural.org/ http://www.imersaolatina.com



¿Qué es la Residencia Imersão Latina? 

Esta es una oportunidad para 4 artistas musicales de diferentes países de América Latina de reunión en una residencia artística en la ciudad de Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, durante 21 días. Artistas seleccionadas van a participar de la residencia durante tres semanas, con la propuesta de investigar e intercambiar referencias estéticas; realizar laboratorios musicales, algunos de ellos con la participación de artistas locales y, además, crear material inédito que mezcle la vivencia y los distintos universos musicales que ellas han trabajado en sus trayectorias. La propuesta es crear un laboratorio de latinidades, y vivir juntos como ámbito de diálogo entre la tradición y la creación musical contemporánea como plataforma interactiva de las subjetividades. En junio habrá otra convocatoria para seleccionar 2 artistas locales de Belo Horizonte. 

Como producto final de la vivencia están previstos: un video documental sobre el proceso y una grabación musical. Quiénes pueden participar? Artistas musicales de todos los géneros, que sean naturales de y residentes en los países: Argentina, Chile, Colombia, Costa Rica, Cuba, México, Panamá, Paraguay, Perú o Uruguay Artistas musicales que tengan trabajos autorales de cualquier estilo o que se basan en las tradiciones de América Latina. Artistas que estén de acuerdo con la presente convocatoria, en sintonía con los objetivos mencionados en el punto 2 de esta convocatoria.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Na próxima quarta tem Noite de Poemia na Casa dos Jornalistas


No evento vai ter lançamento do livro Poemias, de Vicente Ferrer, com sarau Nós da Poesia, performances, mostra de artes e música com a banda Cáustica, Cláudio Carvalho e DJ Fat Monkey! Muita arte misturada, do jeito que a gente gosta com bar vendendo comidas e bebidas pra gente brindar esse ano! Não dá para perder! Entrada: R$ 10 reais.

Confirme o evento no facebook e compartilhe:https://www.facebook.com/events/1283846271676399/

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

A descoberta de um novo caminho criativo

Relato de Experiência


"A arte que me curou,
cura outras vidas." 

Por Fernanda Navegando*

Meu nome é Fernanda Figueiredo, ou melhor, Fernanda Navegando. Nome que inventei quando descobri que minha vida possuía um teor cigano, andarilho, curioso e que devido a todas essas vontades eu tinha que trabalhar muito, para assim conquistar a jornada escolhida. ‘Viver não é preciso, navegar é preciso”. Fernando Pessoa.

Na verdade sempre soube, mas com o tempo, e a conquista de uma melhor consciência, vamos nos identificando com  algumas coisas do mundo, coisas essas que vão se adjetivando em nomes e desejos, e mais que isso, em sentimentos . Sentimentos  que se transformam em propósitos, todos esses conscientes e inconscientes nos guiando nas estradas percorridas.

Me formei em cinema e video na UNA, Belo Horizonte –MG , e quando me perguntavam o porquê dessa escolha, eu dizia que queria ajudar as pessoas. Essa resposta claro, assustava ainda mais, uma sociedade provinciana, que afinal se assustava com a escolha de um curso não convencional, mas esperava ouvir que minha finalidade ao escolhê-lo seria a fama e o sucesso.
No decorrer da faculdade e das experiências adquiridas, rapidamente entendi que não queria ficar horas em um set de cinema, acordando as 4 da manhã e dormindo só no outro dia. Vi que meu potencial criativo e a saúde do meu corpo necessitavam de uma arte autônoma, ligada aos meus sonhos, delírios e urgências. Uma arte que fosse feita em um tempo mais honesto para mim.

Após me formar em cinema, voltei para a dança, atividade que sempre esteve presente em minha vida. Na interação da dança com o cinema, o gosto pelos movimentos, descobri o videodança. Criei muito apreço por aquilo, eram dias e dias estudando sobre essa linguagem.  A partir de algum tempo, comecei a dar algumas oficinas de videodança, uma dessas  foi no Serro –MG, uma região bem pobre do estado. Os alunos eram da APAE ( Associação dos pais e amigos do excepcionais ).  A outra oficina muito marcante foi  em um festival de inverno da cidade de Milho Verde-MG, cujo público era misto , formado por crianças, dançarinos, homens e mulheres curiosos. Essas duas experiências foram muito motivadoras, pois trabalhar com os movimentos, a criação e o conhecimento para pessoas que pouco sabiam sobre o mundo das artes, e até mesmo apresentavam deficiências como no caso dos alunos da APAE , foi extremamente transformador e humanitário. A vida foi abrindo outros recortes sobre as artes, e o coração foi penetrando em outros humores.

Continuei com a direção de arte em trabalho fotográficos para  bandas e artistas, e ali também o contato com as pessoas foi se revelando terapêutico, já que agora eles habitavam ludicamente os mundos que criei e os personagens que desenhei em minha concepção de cena e argumento.

Passei  um ano nesse processo inicial, até que  fui para Barcelona estudar direção de arte.  Estando em Barcelona percebi que a direção de arte é muito interessante, me fez pensar processualmente na criação e me motivou a estabelecer maiores vínculos com o projeto, porém, mais uma vez me deparei com uma criatividade muito estruturada, moldada e voltada sempre para a razão. Entrei em crise, sentia que precisava voltar para o corpo, para a alma, para o ser.

Voltando para o Brasil me dediquei mais dois anos na direção artística de projetos com bandas e artistas, passei por experiências muito importantes que fizeram crescer meu portifólio  e minhas condições profissionais para ingressar em um mestrado, pela vontade que sempre tive de ser professora.

Mais uma vez regida pela face cigana, fiquei dois anos em Portugal na faculdade de Belas artes.  Quando cheguei, meu projeto convicto era o estudo da videodança, mas com o tempo tudo mudou. Fui vendo que gostava mesmo era de performar para as fotografias, criar narrativas, contextos e nichos  onde os personagens que criava pudessem atuar em um mundo fotográfico, e cheio de mensagens para além da forma fixa. Experimentei o que pude, entre esses experimentos foto colagens, desenhos à mão  sobre fotos e livro de artista.
Todos esses feitos, foram confeccionados com muito esmero, paciência e atenção. Fui me tornando consciente do efeito terapêutico e do prazer que nos move quando estamos ocupados, cumprindo com carinho uma obra artística.

Para estabelecer o tema do meu trabalho final, minha tese,  inicialmente queria fazer um livro de artista, com muitas colagens, poesias e fragmentos de pensamentos.  Mas felizmente fui atravessada com perguntas da minha orientadora, sobre o que de fato me movia, o que amava e qual seria minha base argumentativa/intelectual  para construir minha obra final.  Não exitei, e disse que minha paixão era o Tarot.  Meus mestres da atualidade eram Alejandro Jodorowsky e Carl Gustav Jung . “ La via del Tarot”  é o livro do Jodorowsky que me acompanha por 5 anos, mas só agora nesse último ano, ele ocupou mais profundamente e simbolicamente meu campo do saber. Outro livro juntamente ao mestre que se atribui os conhecimentos nele dissertados, é “Jung e o Tarot”, escrito por Salie Nicholls, aluna do instituto Junguiano da Suíça. Sim, eu já sabia qual caminho a ser trilhado, mas me faltava talvez um pouco de coragem, já que estava em uma faculdade de Belas Artes, onde o intuito não era o misticismo, ou o pensar filosófico/psicológico, mas as construção de obras para exposição.

Foi uma tarefa difícil bancar essa escolha apaixonada, e o temor diante aos temas que me movem, como a fé , o simbolismo, o caminho espiritual e tudo que diz respeito aos oráculos e mistérios intrínsecos da vida. Mas quanto mais pesquisava, mais desejava continuar com esse tema, que hoje por certo faz parte do meu presente/futuro, participando ativamente da construção do meu ser cívico e espiritual.

Ao pesquisar Carl  Gustav  Jung  descobri  Nise da Silveira e seus diálogos sobre tratamentos com arte terapia, e todo processo do inconsciente coletivo. Ao tomar conhecimento desses seres e suas atuações no mundo, assim como o contato com alguns arte terapeutas e interessados, foi surgindo o desejo por usar da arte que me cura todos os dias e a cada feito, para curar outras pessoas que precisam se ocupar com alegria, possibilidades e transversalidade.

Alejandro Jodorowsky é um arte terapeuta  ao meu ver.  É movido pelo mundo das artes e pelo mundo místico, um sempre dentro do outro participando de forma sinergética e construtiva em todos seus trabalhos. É um artista em tudo que faz.

No meu trabalho  de direção de arte crio personagens, cenários  e toda uma atmosfera que abraça a ação dessas personas artísticas, mas  que também fazem parte de algumas facetas que estão latentes e manifestas em mim.

 O projeto do meu mestrado “Arcanos Perfomáticos” trata da migração dos símbolos do Tarot de Marselha para fotografias, intituladas foto performance, tendo como base criativa a ressignificação dos arcanos, ao criar uma nova simbologia e estética a partir dos pares escolhidos para um dialógo semiótico. O objetivo foi tratar da arte da foto performance e da performatividade no manuseio dos símbolos do Tarot. A realização das imagens, tanto das cartas quanto das fotos, foi influenciada pela arte Kitsch, tal como foi descrita por Umberto Eco em “Apocalípticos e Integrados” (2004).

A ressignificação das cartas por meio do desenho, foi influenciada teoricamente pelo Tarólogo e artista Alejandro Jodorowsky, assim como pelo psicanalista Carl Gustav Jung. O propósito foi inserir a simbologia das cartas na linguagem de foto performances, nas quais inseri meu corpo enquanto pose. Para isso foi necessário tratar dos conceitos de foto performance, performatividade e pose.

 Ao terminar essa pesquisa e obra me deparei com a sensação de que a cura pela arte, a reintegração social pela criatividade poderia  ser cumprida  em oficinas onde as propostas são criar personagens, pequenos roteiros, adjetivos para cara personagem,  atmosferas, cenários, assim como uma descrição dos aspectos psicológicos, sociais e afetivos de cada um . Dando assim a oportunidade das pessoas poderem ser o que quiserem, quebrando com barreiras do ego e das imagens pré concebidas de si mesmo.

Esse feito pode ser desenvolvido  e estimulado com os arcanos do Tarot. Vale ressaltar que o jogo do Tarot em si já é terapêutico para quem pede sua consulta, pois os arquétipos, modelos universais, iluminam o olhar do tarólogo para que essa luz se expanda para o consultante e os mistérios quase impermeáveis do  inconsciente sejam clarificados com o simbolismo magnetizado pelo jogo.

Nesse mundo simbólico imenso e repleto de possibilidades, me vejo sendo uma facilitadora para as pessoas que buscam  outras formas  de se estarem no mundo e  querem  retornar para si mesmas, com a consciência do poder que têm enquanto seres viventes inteligentes  e cheio de possibilidades.  Essa que são catalisadas pela construção de  novas realidades.

A arte terapia por agora é apenas um desejo, mas espero que seja um dia um caminho promissor e cheio de realizações pessoais e coletivas, para o bem geral de todos. A saúde é uma válvula motriz para se poder usar a criatividade, própria do ser, em todas aos âmbitos da vida. Que possamos então nos curar, e que curemos e sejamos curados pela oportunidade de conhecer e fazer outras plataformas perspectivas para a vida, que sempre será singular a cada alma.


*Fernanda é fotógrafa e cineasta, pesquisadora, arte terapeuta e uma das artistas a integrar o grupo Corpo Língua de pesquisa e experimentação cênica, que integra o projeto Experimentação Itinerante, do Instituto Imersão Latina

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

#Ocupa180 – Ocupação de Espaços com arte pela Diversidade Cultural abre inscrições

#Ocupa180 - 29 de setembro às 20 horas na Casa dos Jornalistas de Minas Gerais o Instituto Imersão Latina lança um projeto de mostra artística itinerante. Vídeos curtos, intervenções artísticas (poesia, dança, performance, contos) de até 180 segundos (3 minutos) e fotografias são bem vindas. A ideia é ocupar com arte espaços diversos em defesa da diversidade cultural. As inscrições para participar vão até 19 de setembro.
A Casa dos Jornalistas fica na avenida Álvares Cabral 400, no bairro Lourdes, em Belo Horizonte (é bem central e dá para ir de ônibus, metrô, biclicleta, uber, táxi, moto, táxi e até avião pra quem é de fora, pois fica bem em frente ao ônibus Conexão aeroporto).
Como participar:
Envie proposta com seu nome completo e nome artístico e contato com em até 180 linhas para imersao@imersaolatina.com até 19 de setembro, no assunto escreva: #Ocupa180 – Proposta artística
- Cada participante pode enviar até 3 propostas.
- Pode ser qualquer tipo de intervenção artística: música, poesia conto, pintura ao vivo, fotografias ou vídeos, etc, sendo que cada um terá até 180 segundos (3 minutos) para se apresentar.
- Para fotografias enviar  3  fotos para exposição e também para serem divulgadas em nosso site imersaolatina.com (o tema são ocupações, resistência artística, povo nas ruas, manifestos artísticos, diversidade cultural).
- Os  produtores de vídeo devem vídeo/curta (com no máximo 3 minutos)
A organização entrará em contato com os que inscreveram logo após as inscrições.
Como condição para se inscrever está a participação, pois a ideia é ocupar o espaço com arte de resistência.
Fotógrafos e produtores de vídeo de outras cidades que não puderem estar presentes podem participar e de preferência organizar um #Ocupa180 na sua cidade também.
Entrada
No dia será cobrado R$ 10,00 de entrada para custos de limpeza, som e montagem da própria Casa dos Jornalistas.
Quem não quiser pagar é só levar uma pessoa/amigo/apoiador que possa colaborar com R$ 20,00, aí você entra de graça, uai!
- Todos  participantes ganham kit cultural com livros produzidos pelo Instituto Imersão Latina.
- A Casa dos Jornalistas tem bar aberto com bebidas geladas para refrescar o calor e comidinhas (cartela individual)
Participe e compartilhe! Curta e acompanhe também nossas redes sociais: facebook.com/imersaolatina /twitter.com/imersaolatina

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Festival de Cine Libre exibe Documental “Yes, we fuck” en septembre en Uruguay


Creative Commons 

Documental “Yes, we fuck!”. Festival de Cine Libre, Creative Commons. En el marco del Festival de Cine Libre que organiza Creative Commons por segundo año consecutivo en Uruguay se proyectará en Montevideo el documental “Yes, we fuck!”: http://festival.creativecommons.uy/yes-we-fuck/ “Yes, we fuck!” es un documental que quiere abordar la sexualidad en personas con discapacidad. Antonio Centeno, activista del movimiento del Vida independiente, y Raúl de la Morena, realizador de documentales, han iniciado este proyecto que quiere visualizar, principalmente, el sexo en personas con diversidad funcional y generar así un nuevo imaginario colectivo donde todas las personas, sin complejos, sin censuras, sin prejuicios y sin discriminaciones, podamos disfrutar del sexo.

 Yes, we fuck! no es sólo un documental, sino un proyecto donde la gente participa, dialoga y, sobre todo, cuestiona; en el que las redes sociales tienen una importancia fundamental. Además, el proceso de elaboración está sirviendo para tejer alianzas entre diferentes colectivos que trabajan políticamente cuestiones vinculadas al cuerpo y la sexualidad (diversidad funcional, feminismos, transfeminismos, LGBT, queer, intersex, entre otros). Luego de la proyección, especialistas en la temática debatirán y compartirán visiones sobre la película.

 Datos de la actividad:
 Viernes 9 de setiembre 19 hs.
 Centro Cultural de España en Montevideo - Uruguay (Rincón 629)
 Actividad apta para mayores de 16 años.

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Vídeo-dança do grupo Corpo-Língua está na rede!

Macumba pra turista – Fernanda Figueiredo e Sávio Leite - Videodança – 12’ – 2012
Com coreografia e performances de Daniela Lopes e Fernanda Figueiredo (Corpo-Língua)
Produção: Brenda Marques Pena (Corpo-Língua / Imersão Latina)

Usando os hiatos e espaços de uma casa quase abandonada, duas mulheres na forma e teoria de seus corpos, dançam. 

Utilizando los vacíos y los espacios de una casa casi abandonada, dos mujeres en la forma y la teoría de sus cuerpos, danzan.




A vídeo-dança Macumba para turista foi exibida no Chile en 8 de mayo, de 2012, no Teatro da Escuela Moderna de Música (calle Luiz Pasteur, 5303, Vitacura).


segunda-feira, 30 de maio de 2016

#Quizomba: Museu de Arte Sacra do Pará expõe fotografias de Ursula Bahia


Exposição Fotográfica de Ursula Bahia "Quizomba-Como nós nos enxergamos e como os outros nos enxergam" Artur Arthur Leandro Data: 9 de Junho a 3 de Julho de 2016 Local: Galeria Fidanza- Museu de Arte Sacra do Pará (MAS), Igreja de Santo Alexandre. Vernissage: 9 de Junho as 19:00 as 22:00